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Programação percorre municípios fortalecendo o turismo, gerando renda e ampliando o acesso ao lazer e às políticas culturais
O Verão Sergipe 2026 tem se consolidado como um dos maiores eventos do calendário estadual ao unir música, esporte, turismo e inclusão social em uma programação que contempla Aracaju, Pirambu, Itaporanga d’Ajuda (Praia da Caueira), Pacatuba (Ponta dos Mangues), Estância (Praia do Abaís), Canindé de São Francisco e Barra dos Coqueiros. A iniciativa do Governo do Estado tem como foco impulsionar a economia local, gerar oportunidades de renda, interiorizar a cultura e fortalecer o turismo em diferentes regiões de Sergipe.
Iniciado na capital, a Orla da Atalaia recebeu grandes atrações musicais, como Alok, Léo Santana e Marcelo Falcão, além de espetáculo de drones e arenas esportivas que também reuniram grande público, com a participação de cerca de 1.500 atletas em diferentes modalidades, reforçando o incentivo à prática esportiva e ao bem-estar. A estudante Letícia Oliveira destacou a importância da iniciativa para o turismo. “O governo tem que fazer isso mesmo porque atrai turistas para conhecer nossa cidade. Sempre que tem evento, a gente vem e encontra pessoas de vários lugares. Isso valoriza Aracaju e o nosso estado”, afirmou.
No litoral norte, em Pirambu, a programação reuniu esporte, cultura e protagonismo jovem. A corrida de 5 km mobilizou cerca de 600 atletas, além de competições de paradesporto e do Circuito Sergipano de Surf, que movimentaram as arenas e ampliaram a inclusão nas atividades esportivas. Raoni Rodrigues veio de São Paulo para competir no circuito de surf e destacou que é uma oportunidade de vivência esportiva, troca de experiências e incentivo à permanência no esporte. “Participar do circuito é uma experiência incrível. A gente aprende muito dentro e fora da água, conhece outros atletas, outros estados e se sente motivado a continuar treinando e acreditando no sonho. As ondas de Pirambu são altas, achei muito massa, gostei de competir aqui”, ressaltou.
Interiorização
A interiorização da cultura foi destacada pelo público. A visitante Paula Carneiro esteve acompanhada do marido, Paulo César Carneiro, e ressaltou a organização e o alcance do evento. “Somos fãs de Nando Reis. Fomos no ano passado a Ponta dos Mangues, em Pacatuba, também para vê-lo na programação do Verão Sergipe. Retornaremos sempre. É tudo muito bem organizado, esse projeto é maravilhoso e proporciona que a cultura seja interiorizada”, afirmou.
Além do impacto cultural, o evento impulsiona a economia local. O empresário Romualdo Santos, proprietário de bar e restaurante em Pirambu, destacou os benefícios diretos para o comércio. “Um evento desse porte traz muitos benefícios para a cidade e para quem tem comércio aqui. A praia fica cheia, chegam turistas e todo mundo só tem a ganhar”, relatou.
Já em Itaporanga d’Ajuda, na Praia da Caueira, a programação carnavalesca reuniu foliões e visitantes. Entre os destaques estavam os shows de Unha Pintada, Pagod’art e Art Mania. O garçom Marcos Vinícius, do Quiosque do Joel, enfatizou os reflexos do evento no município. “É o terceiro ano consecutivo que o Governo está trazendo o Verão Sergipe, e ele só traz benefícios para o nosso município. Os shows atraem um público diferente, gente de outros lugares que vem conhecer a praia. Isso gera coisas boas e se torna um ponto positivo para todos nós aqui da Caueira”, afirmou.
Em Pacatuba, na região de Ponta dos Mangues, além dos shows de Devinho Novaes, Psirico, Cartel de Bali e Maneva, as disputas esportivas, como aquathlon e provas de águas abertas, ampliaram a programação e atraíram competidores e visitantes. A moradora de Pacatuba, Magna Bispo, que também participou da corrida, comemorou a movimentação no município. “Esse evento traz vida para a nossa comunidade. A gente sente o movimento diferente”, destacou.
Ao integrar cultura, esporte e turismo em diferentes regiões, o Verão Sergipe 2026 reafirma o compromisso do Governo do Estado com a geração de renda, o incentivo à prática esportiva e a valorização das potencialidades locais. Mais do que entretenimento, o evento consolida-se como instrumento estratégico de desenvolvimento econômico e inclusão social em todo o território sergipano.





INFORME PUBLICITÁRIO
Iniciativa alia capacitação, renda e experiência prática para ampliar oportunidades e promover inclusão produtiva em Sergipe
A certificação de novas turmas do Programa Primeiro Emprego (PPE) simboliza mais do que a conclusão de uma etapa formativa: representa a consolidação de uma política pública voltada à inclusão produtiva da juventude e ao fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico de Sergipe. Desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo de Sergipe (Seteem), o programa, desde a criação, já ofertou 1.890 vagas de qualificação profissional a jovens de 18 a 29 anos que nunca tiveram vínculo formal de trabalho. No fim de fevereiro deste ano, 230 participantes concluíram a formação e receberam certificação, após seis meses de atividades teóricas e práticas em empresas parceiras.
Os cursos contemplam áreas com demanda no comércio e no setor de serviços, como garçom, recepcionista, cumim, repositor, operador de caixa e atendente de loja. Durante o período, os jovens recebem bolsa mensal entre R$ 500 e R$ 750, auxílio que contribui para a permanência na capacitação. Os resultados reforçam o impacto direto na empregabilidade: ao menos 30% dos concluintes são contratados pelas próprias empresas onde realizaram a etapa prática, ampliando o acesso ao primeiro emprego formal e descentralizando oportunidades.
Entre os jovens que transformaram a formação em oportunidade concreta, Davi Ribeiro, de 20 anos, morador da Cidade Nova, em Aracaju, destaca que o programa foi decisivo para sua inserção profissional. “Foi uma oportunidade muito grande de conhecimento e de avanço, porque quando a gente não tem experiência, as empresas não querem investir”. Ele, que concluiu o curso de garçom e conseguiu emprego antes mesmo do término da capacitação, reforça a importância da experiência no currículo. “Pelo Primeiro Emprego a gente já consegue ter algo de fato no currículo e, quando as empresas veem que a gente tem experiência, chamam.”
Para Daiane Batista, 24 anos, de Laranjeiras, a conquista do primeiro emprego representa a realização de um sonho. “É muito gratificante ver minha carteira assinada pela primeira vez e estar vivendo essa oportunidade incrível”. Formada no curso de recepcionista, ela foi contratada como assistente administrativa em uma empresa de medicina ocupacional na capital, Aracaju, e ressalta o impacto direto da oportunidade na renda familiar. “Moro com minha avó e, no momento, ela está sem ter uma renda fixa. Agora posso ajudá-la, pagar o aluguel e colocar comida dentro de casa”, conta.
Oportunidade
A estudante universitária Marina Linhares, 19 anos, do bairro Ponto Novo, em Aracaju, enfatiza que a experiência proporcionou autonomia e amadurecimento. “O programa me deu liberdade, mais responsabilidade e uma base de como devo me portar no trabalho”. Cursando Biblioteconomia na Universidade Federal de Sergipe, ela foi efetivada em uma clínica de saúde poucos meses após iniciar a capacitação. Para a jovem, o programa é um diferencial para a juventude sergipana. “O Primeiro Emprego traz oportunidade aos jovens para trabalhar, ter seu dinheiro e liberdade”, resume.
Thiago Santos, 18 anos, do Siqueira Campos, ressalta que a iniciativa representou sua primeira vivência profissional e a chance de contribuir com as despesas familiares. “O programa me ajudou a ter uma oportunidade de emprego e, agora, consigo ter minhas coisas e ajudar em casa. Com a bolsa que recebo, consigo ajudar minha mãe nas compras e ainda guardar um pouco para mim”, revela o jovem que recebeu a certificação como cumim.
Morador do conjunto Albano Franco, em Nossa Senhora do Socorro, Erik Lima, 19 anos, também associa o programa ao ponto de partida de sua trajetória profissional. “Se não fosse esse curso, talvez eu ainda estivesse entregando currículo”, declara o jovem que iniciou sua vida profissional como repositor e foi efetivado como atendente de loja.
A perspectiva das empresas parceiras reforça o caráter estratégico da iniciativa. Gerente do setor de uma empresa atacadista e varejista em Aracaju, Ezequiel Pereira, 23 anos, avalia que a parceria contribui para suprir a demanda do mercado por mão de obra qualificada. “Os jovens já chegam preparados e muitos acabam sendo absorvidos pela empresa. Além de preparar para o mercado, o programa forma pessoas mais maduras e com objetivos”, evidencia, ao enfatizar também a importância social do programa.



